Mineração e Meio Ambiente. Presente, Futuro e Dificuldades.


 

A cada ano que passa surgem maiores dificuldades para a atividade de mineração em geral por conta da questão ambiental.

Tem se revelado tarefa quase impossível defender a mineração dentro do contexto do desenvolvimento sustentável, inobstante seja a mineração uma das poucas atividades produtivas previstas expressamente na Constituição Federal, em face de sua importância e da necessidade do aproveitamento econômico dos recursos e riquezas minerais do País.

As chamadas Organizações Não Governamentais – ONG’s, e outras congêneres, além de instituições públicas e alguns segmentos do serviço público que interferem na atividade produtiva minerária não compreendem a relevância da mineração e a sua imprescindibilidade e consideram-na a “vilã do meio ambiente”. Pregam a “proteção integral do meio ambiente” e não consideram importante a necessidade de empreender, produzir, gerar riquezas, empregos, pagar impostos, etc…, neste setor.

Muitas ONG’s ambientalistas brasileiras são mantidas com dinheiro proveniente de países estrangeiros que alcançaram grande desenvolvimento econômico e tecnológico, praticamente exaurindo os seus recursos naturais.

Membros de instituições públicas e de setores do serviço público, que percebem salários do erário, também pouco se interessam pela produção e geração de riquezas pelo setor mineral privado. Compraz-lhes, muito mais, tal como às ONG’s, a incolumidade integral do meio ambiente do que a exploração econômica de uma jazida de importante minério existente no subsolo, o que gera empregos, riquezas, divisas e impostos.

Apesar de absolutamente necessária, imprescindível mesmo à sobrevivência da espécie humana, a mineração é tida, equivocadamente, por muitos, como atividade nociva ao homem, o que revela um disparate de proporções amazônicas.   Sem a mineração não teríamos alimentos, casas, hospitais, estradas, escolas, transportes, energia elétrica, e mais um infindável número de necessidades das quais depende a espécie humana para sobreviver.

Lúcio Altino Boppré,  16-08-2008
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